Quem sou eu

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Não me faça nenhum favor, não espere nada de mim. Não me fale seja o que for, sinto muito que seja assim. Como se fizesse diferença o que você acha ruim. Como se eu tivesse prometido alguma coisa pra você. Eu nunca disse que faria o que é direito. Não se conserta o que já nasce com defeito, não tem jeito, não há nada a se fazer. Mesmo que eu pudesse controlar a minha raiva , mesmo que eu pudesse conviver com a minha dor, nada sairia do lugar que já estava, não seria nada diferente do que sou. Não quero que me veja, não quero que me chame, não quero que me diga, não quero que reclame. Eu espero que você entenda bem, eu não gosto de ninguém (...)

domingo, 16 de agosto de 2009

Nem sei.

Estou sem falta de imaginação, vou escrever o que vier na minha cabeça. Meus pés estão dormindo e sei que daqui a pouco vão doer muito, e eu odeio quando isso acontece. E minha cabeça também dói. Dói de pensar, de não comer nada no almoço, de ter acordado tarde. Amanhã as aulas começam, e eu comecei a odiar muito a escola. Não quero ver gente. Não quero sentir cheiro de giz. Estou pensando em ouvir alguma música, mas isso vai piorar minha dor de cabeça. E sabe, faz um tempo que eu quero tirar da minha vida pessoas que não trazem nenhum benefício pra ela (qqq-, rs), ou que só fazem besteiras, que fingem sentir algo, dizem coisas sem pensar. Cansei de gente assim, cansei de tudo que eu conheci há um tempo. Vou colocar um fim. Já devia ter feito isso, mas tenho que admitir que não consigo. Não consigo jogar velharia fora, mesmo! Meu estómago está roncando (nhoc, nhoc!), preciso fazer algo pra comer. De noite as coisas melhoram, sempre.

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