Quem sou eu

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Não me faça nenhum favor, não espere nada de mim. Não me fale seja o que for, sinto muito que seja assim. Como se fizesse diferença o que você acha ruim. Como se eu tivesse prometido alguma coisa pra você. Eu nunca disse que faria o que é direito. Não se conserta o que já nasce com defeito, não tem jeito, não há nada a se fazer. Mesmo que eu pudesse controlar a minha raiva , mesmo que eu pudesse conviver com a minha dor, nada sairia do lugar que já estava, não seria nada diferente do que sou. Não quero que me veja, não quero que me chame, não quero que me diga, não quero que reclame. Eu espero que você entenda bem, eu não gosto de ninguém (...)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Luzes.

Eu vejo luzes, eu vejo cores, eu vejo pessoas correndo, solitárias, pessoas estranhas. Imagino prédios com dezenas de andares, brilhando, piscando sem parar. Vejo um rio, uma ponte que leva a um outro lado, onde não há nada que não seja novo, turbulento, barulhento, e que cause nervosismo. Eu quero um lugar novo, um lugar que seja pintado de cinza, quero um lugar longe daqui.

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