Quem sou eu

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Não me faça nenhum favor, não espere nada de mim. Não me fale seja o que for, sinto muito que seja assim. Como se fizesse diferença o que você acha ruim. Como se eu tivesse prometido alguma coisa pra você. Eu nunca disse que faria o que é direito. Não se conserta o que já nasce com defeito, não tem jeito, não há nada a se fazer. Mesmo que eu pudesse controlar a minha raiva , mesmo que eu pudesse conviver com a minha dor, nada sairia do lugar que já estava, não seria nada diferente do que sou. Não quero que me veja, não quero que me chame, não quero que me diga, não quero que reclame. Eu espero que você entenda bem, eu não gosto de ninguém (...)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A tua diversão é me escrever pra eu saber que acabou de chegar. Que passou por aqui e não quis me chamar. Bebi saudade a semana inteira pra domingo você me dizer que não sabe o que quer. E não quer mais saber. Ah, veja você, agora tem tanto pra me dizer. Ah, veja você, agora, quem tem medo de perder? Espera eu voltar pra se esconder. Esperou a semana passar, passou dizer que domingo esperou eu ligar. Mas foram tantas mentiras, foi tanta besteira. Da verdade, eu não quero saber. Já perdi tanto tempo tentando entender. Ah, veja você, agora tem tanto pra me dizer. Ah, veja você, agora, quem tem medo de perder? Ah, o que eu fui fazer. Menti pra todos que eu já sei viver. Ah, veja você. Menti pra todos que sei esquecer.

Texto de Rodrigo Esteban Tavares.

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